Presidente Kester fala sobre Ransonware e relembra ataques Hackers no Grupo Kester

Presidente Kester fala sobre Ransonware e relembra ataques Hackers no Grupo Kester
Laura Elisa
15/05/2017


O dia 12 de maio trouxe a tona uma lembrança que integrantes do Grupo Kester gostariam de esquecer.
Em 1º de abril, o Grupo foi alvo de atentados Hackers, mas que foram diferente dos praticados na última sexta-feira.
O Presidente da equipe Kester, Jornalista Guilherme Kalel, relembrou as diferenças entre os ataques.

Em 12 de maio um Ransonware foi espalhado pela internet, afetando computadores por 150 países do mundo em diversas empresas e corporações.
O ataque foi detalhado para seguimentos específicos, sequestrava os dados do sistema e pedia um pagamento de resgate.
Até órgãos do Brasil, como INSS e Tribunais de Justiça, foram reféns do atentado.

Em 1º de abril, os Hackers que invadiram os sites do Grupo Kester os derrubaram.
Antes porém, instalaram no sistema um vírus poderoso que foi para a máquina de Guilherme Kalel, corrompendo seu HD e seu HD Externo.
Todos os dados armazenados do Grupo foram perdidos por causa deste ataque, e o vírus se instalou inclusive no celular de Guilherme Kalel, danificando-o.
Na oportunidade, os ataques ao Grupo Kester não tinham intenções de sequestrar dados em troca de dinheiro.
O vírus pretendido era para destruir todas as informações da equipe, de modo que o trabalho fosse encerrado.
Um vírus modificado de computador, não detectável por antivírus, foi enviado e realizou todo o estrago.
Demorou para que a equipe percebesse que se tratava de um ataque. Só depois que mensagens começaram a ser enviadas a familiares de Kalel e a parceiros da equipe, é que foi descoberto que se tratava de um crime.
Já no dia 12 de maio, desde o primeiro momento ficou claro que a atitude criminosa tinha intenção de deixar os Hackers mais ricos.

A atividade Hacker é ilegal em todos os países do mundo.
Ainda sim, existem pessoas que ganham a vida fazendo este tipo de coisa.
Um Hacker é um programador de computadores que usa suas habilidades para quebrar criptografias, invadir sites, empresas, sistemas, deletar, imbutir vírus, sequestrar dados e o que puder, para gerar chantagem.
Esses Hackers as vezes, ainda podem roubar informações confidenciais e espalha-las, com o objetivo de constranger pessoas ou autoridades.

No Brasil, a pena para um crime Hacker pode chegar a 5 anos de detenção, dependendo do crime.
No mínimo a condenação é de 2 anos. Mas em ambos os casos, em regime semiaberto.
O Hacker que for pego no entanto, deve ficar sem se aproximar de computadores ou qualquer outro equipamento eletrônico por um período de tempo, como parte de sua punição.