Presidente do Grupo Kester se prepara para assumir empresa de tecnologia

Presidente do Grupo Kester se prepara para assumir empresa de tecnologia
Guilherme Kalel vai dirigir e desenvolver produtos para Corsi
Mariane Temer
Reportagem Especial
22/05/2017


Nesta semana que se inicia na segunda-feira, com a atualização desta Kalel Em Foco, o presidente do Grupo Kester de comunicação, Jornalista Guilherme Kalel,
abre novos desafios em sua vida.
E assume o controle da recém-criada Corsi Tecnologia, pertencente a família Mantovani Corsi, em Águas de Lindoia, SP.
Guilherme Kalel, foi escolhido pela empresária Renata Corsi, para comandar a nova empresa, que tem inauguração oficial prevista para julho, mas que já está em vias de começar a atuar.

A empresa vai desenvolver softwares e programas, que facilitem o dia dia das pessoas e de empresas, em uma grande gama de serviços, disse o presidente Kester.
Guilherme foi convidado na semana passada para ser Executivo Prime da companhia, e aceitou o novo desafio.
Desafio porque, para tornar-se diretor da empresa, vai precisar fazer uma mega adaptação em sua rotina.
Além de continuar afrente do Grupo Kester, Kalel vai passar a dirigir uma empresa que entra no mercado com grandes planos de expansão e crescimento.
E ele vai comandar e supervisionar isso tudo.
Morando em Franca, no interior de SP, vai precisar inclusive mudar de cidade para ficar mais fácil a gestão.
Então é provável que até agosto, Kalel esteja morando em Águas de Lindoia, onde ficará o escritório matriz da empresa.
Assim, vai diminuir suas viagens por conta da administração da companhia, explicou ele.

O desafio em administrar uma empresa é grande, e para Guilherme Kalel muito maior.
Além de estar afrente do Grupo Kester e da Corsi, ele vai desenvolver produtos para a empresa.
E vai precisar fazer tudo isso, com uma série de problemas de saúde.
Diabético, cardiopata e paciente oncológico e tumor cerebral, o universo é desafiador, e o presidente Kester gosta de um desafio.
Disse a Reportagem de Kalel Em Foco, que está pronto para cada um deles, e que se sente honrado pelo convite e a oportunidade.

No decorrer desta semana, Kalel vai a Lindoia, onde assinará o contrato e será oficialmente empossado.
A partir daí, dará inicio as contratações de demais funcionários da empresa.
Guilherme vai ter uma equipe direta de pessoas que trabalharão com ele, e que farão a empresa circular.
Ele não vai precisar ir ao escritório todos os dias, e vai usar a internet e o sistema Integra, criado por ele mesmo, para gerir a companhia.
Renata Corsi, disse que está ansiosa para ver o trabalho do Executivo, disse confiar nele pois já acompanhou sua capacidade de gestão afrente do Grupo Kester.

"Plenamente capaz", diz Giovana Miccelann sobre gestão de Kalel afrente da Corsi Tecnologia

"Plenamente capaz", diz Giovana Miccelann sobre gestão de Kalel afrente da Corsi Tecnologia
Deficiente visual e presidente Kester, jornalista já cuidou de empresa de Giovana
Mariane Temer
22/05/2017


O Jornalista Guilherme Kalel, presidente do Grupo Kester, se prepara para se tornar Executivo da Corsi Tecnologia.
E ganhou um aval muito importante para que isso viesse a acontecer.
Foi com o apadrinhamento entre aspas de Giovana Miccelann, proprietária da Miccelann Corporation, que o deficiente visual vai chegar ao cargo que será alçado.
Guilherme conhecia Renata Corsi, fundadora da Corsi Tecnologia.
Mas foi a administração dele afrente da Miccelann Brasil, a pedido de Giovana, que abriu as portas para que ele se transformasse no preferido para assumir o cargo de diretoria dentro da nova empresa.
Giovana Miccelann, disse não ter dúvidas de que ele fará um excelente trabalho.
"Assim como na Miccelann, ele é plenamente capaz para desenvolver, cuidar e fazer a Corsi crescer no mercado", declarou a empresária.

Nesta semana que se inicia com a publicação desta Kalel Em Foco, Kalel vai oficialmente se tornar diretor da companhia.
Ele deve assinar o contrato com a empresa, até a próxima quinta-feira, 25 de maio.

Guilherme Kalel vai deixar carreira de autor

Guilherme Kalel vai deixar carreira de autor
Laura Elisa
22/05/2017


Com tantas novas atividades prestes a se tornarem realidade, e administrando a Corsi Tecnologia, algumas coisas precisariam mudar na vida de Guilherme Kalel.
Depois dos ataques Hackers sofridos pelo Grupo Kester em março e abril, onde Kalel foi o mais prejudicado por ter um HD corrompido e perder todos os dados que tinha, o Jornalista tomou uma importante decisão.
Guilherme não vai mais escrever historias. As últimas serão Lorens e Encantos, que terminarão de serem publicadas em junho e julho respectivamente.
Toda a programação de publicações feitas ao longo do ano, será desfeita pelo autor.
Guilherme disse que ficou frustrado e muito magoado com tudo que perdeu ao perder seus arquivos pessoais, e que não teria como recriar muitas das coisas perdidas.
É por esta razão, que ele definiu outros rumos para sua vida e deixou os livros um pouco de lado.
Kalel disse que nunca é uma palavra muito forte, então não iria usa-la.
Mas que por enquanto, nos próximos anos, não pensava em voltar a escrever.

Ele vai assumir a Corsi Tecnologia e continuar sua vida de jornalista, destacou.
É nisso que pretende se concentrar a partir de agora.

Crise no Brasil coloca em risco estabilidade e economia

Crise no Brasil coloca em risco estabilidade e economia
Gabrielle Rial
22/05/2017


Na semana passada todos acompanham muito atentos, a uma crise sem precedentes que invadiu o cenário brasileiro.
Ela começou na quarta-feira, 17, com a divulgação do Jornal O Globo, da delação premiada da empresa JBS, o maior frigorífico do mundo.
A delação feita por seus donos, Joesley e Wesley Batista, sacudiu o mundo da politica e deixou em situação delicada nomes de renome como de Aécio Neves.
O presidente Michel Temer, assistiu seu governo ruir, depois de também ter sido citado nas delações.

Aécio Neves teria sido gravado, pedindo uma propina de R$ 2 Mi para Joesley Batista.
Ele teria dito que usaria o valor, para pagar sua defesa na Lava Jato.
O dinheiro foi pago pela empresa JBS, entregue por um diretor a um emissário de Aécio.
A entrega foi filmada pela Policia Federal, que estava já fazendo parte da delação quando o pedido aconteceu.
Por causa dessas gravações, o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Ministro Edson Fachin, acatou pedido do Ministério Público e abriu um inquérito para investigar Aécio.
Ele é suspeito de tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato, com base em outras conversas gravadas entre ele e diretores da JBS.
Aécio que é senador pelo PSDB de Minas Gerais, foi afastado de seu cargo na quinta-feira, 18, e sua irmã Andreia Neves foi presa pela PF no mesmo dia.
Ela e um primo do senador afastado, também detido pela PF, são acusados de receberem o dinheiro em nome de Aécio.

O presidente da república Michel Temer, também foi citado na delação.
Joesley teria gravado uma conversa com Temer, que ocorreu em março no Palácio do Jaburu, onde o presidente mora.
O empresário teria o visitado a noite, fora de agenda, para conversarem.
No decorrer do assunto, Joesley falou sobre o Ministro da Fazenda Henrique Meireles, seu ex-funcionário na JEF, grupo que controla a JBS.
Disse que não estava tendo um bom diálogo, porque o Ministro não atendia suas reivindicações de facilitações dentro do governo.
Ele pediu permissão a Temer, para usar o nome do presidente quando fosse falar com Meireles, e Temer disse que poderia ser.
Joesley ainda disse ao presidente, que estaria pagando juízes e procuradores na Lava Jato, para o manter fora de foco nas investigações.
Temer ouviu sem fazer nada.
Disse ainda, que havia acertado suas pendências com o deputado cassado Eduardo Cunha, já condenado na Lava Jato.
Joesley contou que estava de bem do ex-deputado e Temer pediu para ele se manter assim.
Para a Procuradoria Geral da República, esta fala de Temer sugere um aval para que Joesley pagasse Cunha.
O objetivo, que ele não fizesse nem uma delação na Lava Jato.
Michel Temer disse que nunca deu aval para ninguém comprar o silêncio de nem uma pessoa ligada a operação, que as gravações são clandestinas, e foi ao STF
questiona-las e pedir que fosse encerrado um inquérito aberto contra si, por determinação do Ministro Edson Fachin.

Isso sacudiu o cenário em Brasília. Até o momento, 10 pedidos de Impeachment do presidente foram registrados na Câmara dos Deputados.
A base aliada se rachou, e o PPS e o PSB, anunciaram sua saída do governo, embora nem todos seus ministros entregaram os cargos.
O PSDB, que está agora sob novo comando com o escândalo sobre Aécio Neves, também ameaçou debandar para a oposição.
Mas com Tasso Jereissati assumindo, o partido acalmou e se manteve pelo menos por enquanto, ao lado de Temer.
Ainda é cedo para afirmar o que isso tudo vai levar, mas a verdade é única.
O presidente da república agora está em ruínas, perdeu a capacidade de dialogar com o Congresso, porque todos querem seu afastamento.
Isto pode trazer uma crise ainda pior ao Brasil, que estava caminhando para sair da recessão.
O melhor caminho para o Brasil, seria a renuncia de Michel Temer avaliam especialistas.
Mas o presidente disse e repetiu, não vai renunciar.

Lula e Moro, o encontro da semana

Lula e Moro, o encontro da semana
Guilherme Kalel
15/05/2017


Na semana passada não se falava em outra coisa no Brasil, até que o atentado de Hackers contra o mundo apagasse a noticia.
O Juiz Federal Sérgio Moro, iria interrogar o ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva.
Ele é réu no processo que o acusa receber cerca de R$ 3,7 Mi em propina da empreiteira OAS.
A propina teria sido paga, por meio da compra e reforma de um apartamento triplex no Guarujá, e no pagamento de armazenamento do acervo do ex-presidente, em uma transportadora em São Paulo.

Por cerca de 5h, Lula falou na sede da Justiça Federal em Curitiba.
Em tom de campanha politica, negou as acusações que lhes foram imputadas, acusou o MP e o Judiciário de persegui-lo, para evitar que fosse presidente do país outra vez.
Mas reiterou, será candidato no ano que vem a presidência.
Lula disse ainda, que os seus acusadores não possuem provas de quaisquer irregularidades, e por esta razão, induzem testemunhas a mentirem em processos de delação premiada.
O ex-presidente ainda fez declarações polêmicas, que ainda devem dar o que falar.

Sérgio Moro por sua vez, não fugiu a tecnicalidade.
Interrogou o ex-presidente sempre de maneira cordial, dentro da ética e da lei.
Se manteve sempre atento as questões processuais e perguntou a Lula tudo sobre as dúvidas referentes as questões.
Lula respondeu as perguntas e se complicou em algumas delas.
Não conseguiu explicar por exemplo, porque encontrou Renato Duque para conversar, no aeroporto de Congonhas em São Paulo.
No seu depoimento prestado em 5 de maio, Duque disse que se encontrou com Lula, porque a então presidente Dilma Rousseff, estava preocupada que a Lava Jato chegasse nele.
Ela teria pedido para que Lula intermediasse a conversa, e que dissesse a Duque, que ele não poderia ter contas no país e nem na Suíça.
Ele transferiu posterior a esta conversa, uma boa quantia em dinheiro para o Principado de Mônaco.
Mas o valor foi bloqueado, depois que ele foi preso na operação.

O processo que apura se Lula cometeu ou não irregularidades entra agora em sua fase final.
Defesa e acusação apresentarão suas alegações finais, e então Moro vai poder emitir a sentença, que pode ser condenatória ou absolvitiva.

Ataques cibernéticos assustam o mundo e colocam em xeque credibilidade da Microsoft

Ataques cibernéticos assustam o mundo e colocam em xeque credibilidade da Microsoft
Anna Clara Vaz
15/05/2017


Na última sexta-feira, 12 de maio, o Universo Online se viu refém do terror.
Um atentado cibernético em pelo menos 150 países, entre eles o Brasil, mostrou que estamos suscetíveis a ficarmos reféns daquilo que mais necessitamos.
Hoje para trabalhar, estudar ou mesmo no dia dia, o computador e as novas tecnologias se tornaram indispensáveis.
Um grupo de Hackers na Europa, protagonizaram ataques em massa a muitos países.
Em muitos locais, grupos semelhantes viram e decidiram imitar.
O balanço foi este já citado acima, 150 países registrando mais de 200 mil ataques cibernéticos, a empresas e órgãos dos respectivos governos.

Para invadir os computadores os Hackers usaram um Ransonware chamado Wannacry.
Um vírus potente que sequestra os dados do computador e que só os libera mediante a um pagamento de resgate.

As autoridades recomendam não pagar, vez que não é seguro que os Hackers devolveriam os acessos depois de constar o pagamento.
Porém a maior parte das grandes corporações, preferem lhe dar com o negócio de outro modo.
Eles pagam o resgate e tem seus sistemas desbloqueados.

O ataque em massa imitava na vida real, o que acontecera semanas antes numa série norte-americana.
Em Chicago Med, o maior hospital de Chicago nos Estados Unidos, ficava refém dos Hackers até que um dos médicos pagou os US$ 30 Mil exigidos como resgate.
Os dados e o sistema do hospital foram devolvidos pós a constagem do pagamento.

No caso da vida real, não houve relato de Hackers que receberam e não desbloquearam os sistemas.
O que houve foi um relato ainda mais perturbador.
O Wannacry foi criado a partir de uma vulnerabilidade do Windows, sistema operacional da Microsoft.
A falha havia sido identificada pela companhia em março, mas os clientes não foram informados.
A Microsoft até realizou uma correção e soltou uma atualização para o sistema operacional.
Só que esqueceu de dizer aos seus usuários que era importante fazer tal atualização porque havia uma quebra de segurança.
Estando seguros ou acreditando estarem, muitos desses clientes nem se preocuparam em fazer tal atualização.
Tivessem eles ficado sabendo, o Ransonware não seria usado e não teria os estragos sem precedentes que tiveram.
Mas a Microsoft não se manifestou, nem antes, nem durante e nem depois dos ataques.
Fingiu que o problema não era com ela e continuou a se valer do fato de ser a dominante no mercado dos sistemas operacionais.
A companhia abusa da situação de ser a única fabricante de computadores capaz de ter seus sistemas instalados na maior parte das empresas e corporações do mundo.

Edição: Leticia Corsi

Presidente Kester fala sobre Ransonware e relembra ataques Hackers no Grupo Kester

Presidente Kester fala sobre Ransonware e relembra ataques Hackers no Grupo Kester
Laura Elisa
15/05/2017


O dia 12 de maio trouxe a tona uma lembrança que integrantes do Grupo Kester gostariam de esquecer.
Em 1º de abril, o Grupo foi alvo de atentados Hackers, mas que foram diferente dos praticados na última sexta-feira.
O Presidente da equipe Kester, Jornalista Guilherme Kalel, relembrou as diferenças entre os ataques.

Em 12 de maio um Ransonware foi espalhado pela internet, afetando computadores por 150 países do mundo em diversas empresas e corporações.
O ataque foi detalhado para seguimentos específicos, sequestrava os dados do sistema e pedia um pagamento de resgate.
Até órgãos do Brasil, como INSS e Tribunais de Justiça, foram reféns do atentado.

Em 1º de abril, os Hackers que invadiram os sites do Grupo Kester os derrubaram.
Antes porém, instalaram no sistema um vírus poderoso que foi para a máquina de Guilherme Kalel, corrompendo seu HD e seu HD Externo.
Todos os dados armazenados do Grupo foram perdidos por causa deste ataque, e o vírus se instalou inclusive no celular de Guilherme Kalel, danificando-o.
Na oportunidade, os ataques ao Grupo Kester não tinham intenções de sequestrar dados em troca de dinheiro.
O vírus pretendido era para destruir todas as informações da equipe, de modo que o trabalho fosse encerrado.
Um vírus modificado de computador, não detectável por antivírus, foi enviado e realizou todo o estrago.
Demorou para que a equipe percebesse que se tratava de um ataque. Só depois que mensagens começaram a ser enviadas a familiares de Kalel e a parceiros da equipe, é que foi descoberto que se tratava de um crime.
Já no dia 12 de maio, desde o primeiro momento ficou claro que a atitude criminosa tinha intenção de deixar os Hackers mais ricos.

A atividade Hacker é ilegal em todos os países do mundo.
Ainda sim, existem pessoas que ganham a vida fazendo este tipo de coisa.
Um Hacker é um programador de computadores que usa suas habilidades para quebrar criptografias, invadir sites, empresas, sistemas, deletar, imbutir vírus, sequestrar dados e o que puder, para gerar chantagem.
Esses Hackers as vezes, ainda podem roubar informações confidenciais e espalha-las, com o objetivo de constranger pessoas ou autoridades.

No Brasil, a pena para um crime Hacker pode chegar a 5 anos de detenção, dependendo do crime.
No mínimo a condenação é de 2 anos. Mas em ambos os casos, em regime semiaberto.
O Hacker que for pego no entanto, deve ficar sem se aproximar de computadores ou qualquer outro equipamento eletrônico por um período de tempo, como parte de sua punição.

Correios preparam plano de reestruturação para evitar privatizações

Correios preparam plano de reestruturação para evitar privatizações
Leticia Corsi
15/05/2017


Os Correios preparam para ser apresentado ainda durante o mês de maio, um plano de reestruturação entre seus funcionários e serviços ofertados.
A medida, é essencial para que a empresa estatal saía do vermelho, e tente fechar suas contas de volta no azul.
Entre os anos de 2015 e 2016, a estatal fechou em déficit de R$ 4 Bi, informou o presidente da empresa, Guilherme Campos.
Um plano de demissão voluntária chegou a ser acionado e deveria atingir 8 mil funcionários.
Mas a adesão ficou abaixo e apenas 5,5 mil foram desligados.
Agora, a empresa deve fazer uma demissão motivada, funcionários que já se aposentaram e devem continuar trabalhando, serão desligados da empresa desonerando a folha de pagamentos.

Outra coisa que deve mudar, é a taxa de serviços de entrega rápida.
Esta taxa deve ser aumentada em cidades menores, e barateada nos grandes centros.
A empresa ainda espera investir numa empresa de transporte aéreo, para agilizar suas entregas.
Os Correios espera ainda, mudar seu atual modelo de plano de saúde.
No modelo atualmente trabalhado, os funcionários e familiares estão integrados ao plano.
No novo modelo, apenas os trabalhadores teriam direito. Para incluir familiares, um valor amais deveria ser pago pelo próprio trabalhador.
Essas são apenas algumas das muitas mudanças que devem ser propostas pela estatal.
Se não houver aporte, o Correios não se sustenta mais em todo país, disse o Presidente da companhia.

Integra pode ter versão exclusiva usada para telefonia

Integra pode ter versão exclusiva usada para telefonia
Larissa Mariana
15/05/2017


Um estudo encomendado pelo presidente do Grupo Kester, Jornalista Guilherme Kalel, pode fazer uma nova evolução dentro do Integra.
Em fevereiro de 2017, o mensageiro foi criado por ele para a comunicação interna dos colaboradores Kester.
O programa online, permite uso de chat de texto, chamadas de áudio e vídeo.
Em março, parceiros Kester começaram a usar o programa, que hoje é disponibilizado para comercialização para empresas.

Em abril, depois de uma nova atualização, o Integra se dividiu em dois programas.
O Integra Blue, que tem todas as especificações acima descritas e o Integra Live.
Este segundo, além das especificações acima, ainda permite com que sejam feitas chamadas para telefones fixos ou móveis, desde que hajam créditos no programa.
Agora, pelo novo estudo pedido por Kalel, se aprovado pela equipe, o programa pode ter uma nova modificação.
Seria desenvolvido um aplicativo para celular, que iria permitir o Kester Integra ser usado também como uma linha telefônica, só que diferente da convencional.
O número ficaria disponível para ser usado, só que para fazer as ligações, o usuário precisaria ter acesso a internet.
Isto facilitaria a qualidade da chamada, tornando o Integra um serviço diferente dos usados hoje pelas operadoras de telefonia.
Inicialmente, o serviço seria um plano corporativo, disponível para empresas, assim como o Integra é.
Mas já existem rumores que estes estudos possam fazer o Integra nesta nova versão, ser disponibilizado também para pessoa física, para que possam fazer ligações.

Edição: Leticia Corsi

Fã de Guilherme Kalel, adolescente deixa hospital depois de passar por esperado transplante

Fã de Guilherme Kalel, adolescente deixa hospital depois de passar por esperado transplante
Larissa Mariana
15/05/2017


A historia da menina Amanda, de 15 anos de idade, foi contada nas páginas de Kalel Em Foco, em abril.
Ela tinha um problema, que fazia com que fosse necessário passar por um transplante de rins.
Amanda tornou-se conhecida do Grupo Kester, por ser fã do trabalho de seu presidente, Jornalista Guilherme Kalel.

No último 13 de abril, a menina se internou em São Paulo, onde passou pelo procedimento de transplante, após encontrar um doador compatível.
Depois de algumas complicações pós cirúrgicas, Amanda recebeu alta no último sábado, 13 de maio, um mês depois de ter sido hospitalizada.
Amanda voltou para a casa de sua família em Campinas, no interior de SP, onde dará continuidade a seu processo de recuperação.
Feliz, disse que passou por momentos difíceis nos últimos dias, mas que a demonstraram o quanto é importante ter fé.
"Acreditar em Deus sempre foi o que manteve eu e minha família fortes", disse ela a Reportagem de Kalel Em Foco.
Agora, a menina espera se recuperar, e voltar a fazer planos para o futuro.
Um deles, receber a visita do ídolo Guilherme Kalel.
Isso ia acontecer, mas por causa da cirurgia acabou sendo adiado.

Edição: Leticia Corsi

Igreja que atacou Grupo Kester deve mais de R$ 13 Mi a herdeiros de ex-líder

Igreja que atacou Grupo Kester deve mais de R$ 13 Mi a herdeiros de ex-líder
Família trava processo judicial desde 2015 e ainda não conseguiu receber
Eduarda Sampaio
Reportagem Especial
08/05/2017


Se a seita religiosa que atacou o Grupo Kester em abril, como vingança por reportagens publicadas pelos sites da equipe tem problemas policiais demais para se preocupar, dentro de suas paredes nem tudo é flores.
A igreja ainda enfrenta um processo judicial contra a família de seu ex-líder, que faleceu enquanto ainda liderava seus fiéis há alguns anos.

O problema é que imóveis da seita estariam registrados em nome do homem, não em nome da Igreja, e o CNPJ da mesma ainda está em seu nome mesmo ele tendo falecido.
O que quer dizer que seus donos são seus herdeiros, mulher, filhos e netos.

Para que mantivessem a igreja aberta, a família cobrou da atual administração um aluguel.
Cada templo aberto em nome do ex-líder deveria pagar um valor mensal que somado hoje chega a casa de R$ 13 Mi em dívidas.

Dívidas porque nada nunca foi pago pela seita, nem deve ser tão cedo.
No processo que movem contra a mesma, familiares pedem o ressarcimento ou a embargação dos imóveis.
O processo é em segredo de Justiça mas com exclusividade a equipe de Kalel Em Foco teve acesso a seu inteiro teor.
Sua última movimentação datada de outubro do ano passado, foi feita pela defesa dos herdeiros.
Eles pedem atualização dos bens deixados em nome de seu falecido, e que estariam em propriedade da igreja.
O objetivo, aumentar ainda mais o valor devido para que possam ficar mais dentro da realidade.
Depois de enriquecerem as custas dos fiéis, os familiares do ex-líder da religião pretendem agora lucrar com aluguéis das igrejas, ou quiçá pretendem fecha-las.
O problema maior, é que quem adquiriu os templos foram os próprios fiéis, que pagaram pelos terrenos onde os prédios foram construídos.
Isso geraria uma dor de cabeça ainda maior, porque tecnicamente esses terrenos não poderiam terem ficado no nome do falecido, explicou Dr. Cloves de Castro, especialista em Direito Cível.

Edição: Larissa Goldman

Brasil lança satélite para internet banda larga

Brasil lança satélite para internet banda larga
Anna Clara Vaz
08/05/2017


Com quase 3 anos de atraso, o Brasil lançou na última quarta-feira, 3, seu satélite para melhoria e acesso de internet banda larga.
O dispositivo vai melhorar a cobertura da internet em cidades mais remotas e também será usado para comunicações militares.

O projeto é de 2012, licitado em 2013 e com previsão de ficar em órbita em 2014.
Mas uma série de atrasos desde sua licitação, foram prolongando o lançamento.
No ano passado, quase 2 anos depois de quando deveria ter sido lançado inicialmente a então presidente Dilma Rousseff chegou a anunciar que o satélite iria para o espaço.
Mas o Impeachment da presidente apagou o brilho do anúncio, ela saiu e o projeto continuou atrasado.
Agora, a equipe de Temer o colocou para andar e ele finalmente saiu do papel.

Seu tempo de vida útil é de 18 anos segundo os cientistas brasileiros.
Este foi o primeiro satélite desta natureza lançado pelo Brasil.
Mas o presidente Michel Temer quer que os cientistas trabalhem para colocarem dispositivos semelhantes em órbita, elevando a ciência no país.
Vamos ver agora quais efeitos práticos eles terão.
A internet banda larga vai começar a ter influencia do satélite lançado, só a partir de setembro de 2017.

Edição: Larissa Goldman

Falha em sistema de banco deixa clientes bilionários por minutos

Falha em sistema de banco deixa clientes bilionários por minutos
Mariana Monary
08/05/2017


Imagine você consultar seu estrato bancário e perceber que o seu saldo foi de alguns reais para bilhões.
Seria o sonho de consumo de muita gente mas não é para qualquer um esta façanha.

Clientes do Santander no entanto, experimentaram mesmo que momentaneamente a sensação.
No sábado, 6, uma falha no banco rapidamente identificada e corrigida, mudou o saldo de clientes acrescentando alguns zeros amais na conta.
Isto fez por exemplo, um cliente que tinha R$ 3 Mil em saldo, ver seu dinheiro virar R$ 3 Mi.
Mas ele não conseguiu claro, usar nem um centavo do montante porque de fato ele não tinha este valor disponível.

Em outro caso o erro foi ainda mais bizarro, uma conta contendo R$ 144,00 acabou o multiplicando e mostrando R$ 144,00 Bi.
O Santander explicou em comunicado que uma falha no sistema propiciou o erro, e que isso foi corrigido sem demais prejuízos a clientes rapidamente.

Esta não é a primeira vez que falhas assustam clientes de bancos via internet.
Ano passado clientes do Itaú viram dinheiros desaparecerem de suas contas por conta de um problema técnico.
Neste caso foi pior porque o dinheiro sumiu de verdade e o banco teve que repor tudinho.

Edição: Larissa Goldman

Grupo Kester promove dia de combate a canceres

Grupo Kester promove dia de combate a canceres
Laura Elisa
08/05/2017


No último dia 4 de maio, quinta-feira, o Grupo Kester promoveu nas cidades de São Paulo e Porto Alegre, o Dia Kester de Combate a Canceres.
A data serviu para conscientizar as pessoas sobre a doença, fazer exames preventivos e oferecer palestras e orientações com oncologistas.
Na data, 19 pessoas foram diagnosticadas com canceres, dentre as mais de 2,4 mil pessoas que passaram pelos testes ofertados pelo Grupo.
Essas pessoas foram encaminhadas a tratamentos em hospitais especializados, destacou a Diretora de Projetos Sociais do Grupo, Larissa Goldman.

Na oportunidade, os colaboradores da equipe ainda relembraram o falecimento da Assessora Kate Zimmer Monary.
Ela morreu em 04/05/2016, vitimada por um tumor cerebral, dois meses depois de descobri-lo.
Uma missa relembrou o falecimento de Kate e uma cerimônia de homenagens anterior.
Juntos os dois eventos reuniram mais de 1800 pessoas, entre leitores do Portal Kester e parentes e amigos de Kate.

O balanço do dia foi positivo, e ele voltará a se repetir, disse Guilherme Kalel, presidente afastado da equipe.
Ele se afastou na sexta, 5, por causa de uma complicação de saúde.
Kalel reiterou que no ano que vem, mais ações devem ser preparadas para marcar o dia.

Edição: Larissa Goldman

Lula diz que Lava Jato tem tese pronta para acusa-lo

Lula diz que Lava Jato tem tese pronta para acusa-lo
Em congresso do PT ex-presidente discursou em tom de ameaças "Quem sabe um dia mando prendê-los"
Gabrielle Rial
08/05/2017


O ex-presidente Lula, discursou neste sábado, 6, no Congresso Estadual do PT em São Paulo, ao lado de outras personalidades do partido.
Na oportunidade, aproveitou mais uma vez para fazer duras críticas a operação Lava Jato e a seus investigadores.
Lula foi acusado na sexta-feira, 5, pelo ex-diretor da Petrobras Renato Duque, de ser o mandatário de todo esquema que desviou bilhões dentro da companhia.

Para o ex-presidente e sua defesa, este é um argumento desesperador de quem não tem prova de nada que ele é acusado de ter cometido, eque foi usado agora, as vésperas dele depor a Justiça.
Lula disse que já prestou seis depoimentos durante as investigações, e que ainda sim continuam o acusando de ter um imóvel, ter recebido propina e outras coisas.
Mas que eles não possuem provas algumas sobre essas acusações.
Reiterou que os investigadores possuem tese pronta para acusa-lo, afim de conseguirem num complô sua condenação.

O ex-presidente em dado momento de seu discurso se empolgou, e disse que há dois anos escuta que vão prender o Lula, mas que ele ainda está livre.
"Quem sabe um dia eu mando prendê-los por falarem tanta mentira", disse Lula a respeito dos investigadores da operação.
Ele se referiu ao termo de os prender, julgando eventualmente ser eleito presidente do Brasil nas eleições de 2018, onde ainda parece como favorito nas
pesquisas eleitorais recentes.

Na quarta-feira, 10 de maio, o ex-presidente vai prestar depoimento a Justiça em Curitiba, a respeito do processo que investiga recebimentos de propina por sua parte.
Essas propinas foram pagas pela OAS, na compra e reforma de um apartamento triplex no Guarujá, litoral de São Paulo, e também em pagamentos de bens do ex-presidente, armazenados em locais particulares.
Lula vai depor a Sérgio Moro, Juiz responsável pela Lava Jato em 1ª Instância.
Vai ser a primeira vez que eles vão se encontrar para um depoimento judicial, desde que os processos começaram.

A Associação dos Procuradores da República, respondeu as críticas de Lula a operação na tarde deste último sábado, 6 de maio.
O presidente da instituição, disse que os processos da Lava Jato são técnicos e todos seus investigadores pessoas de excelente índole e reputação.
Disse ainda que Lula sabe bem, que ninguém vai frear as investigações, e que quem manda prender no Brasil é a Justiça, não o chefe de estado, em referência a Lula dizer que prenderia os investigadores da operação.

Edição: Larissa Goldman

Igreja usou Hackers para desviar mais de R$ 150 Mil de contas de fiéis

Igreja usou Hackers para desviar mais de R$ 150 Mil de contas de fiéis
Investigação da Polícia aponta que entre os anos de 2013 e 2015, montantes foram retirados sem que familiares autorizassem em contas bancárias pós morte
Eduarda Sampaio
Reportagem Especial
01/05/2017


De acordo com uma investigação policial, mais um crime pode ser atribuído a igreja evangélica, que atacou o Grupo Kester com ataques Hackers nos últimos dias.
Documentos obtidos com exclusividade pela Reportagem de Kalel Em Foco, mostram que Hackers já haviam sido utilizados pela administração da seita religiosa antes.
Entre os anos de 2013 e 2015, idosos que pertenciam a igreja tiveram contas hackeadas e valores que chegam a R$ 150 Mil retirados, sem que seus familiares soubessem.

Esses fiéis, moravam em uma casa de propriedade da seita, para que vivessem em comunidade depois de atingirem certa idade.
Eram convencidos a venderem o que tinham e irem para este lugar, que funcionava como uma espécie de asilo, destacou a delegada que cuida das investigações.
Parte do dinheiro que conseguiam com a venda de seus bens, ficavam em contas bancárias dos fiéis, mas a maior parte destes recursos eles eram convencidos a doarem para a igreja.
Muitos destes eram aposentados, e parte de suas aposentadorias também eram doadas, já que na prática não precisavam pagar para morar no asilo.
Outro montante também era guardado em contas, que começaram a ser violadas com as mortes desses idosos.
De acordo com as informações da polícia, ao falecerem, os familiares tentavam fazer a retirada dos bens deixados em conta bancária.
O problema é que não havia mais nada a retirar, transferências eram feitas, sempre datadas de dias antes das mortes.

O que segundo a delegada ocorria, era que a própria igreja pedia para que essas transferências fossem feitas, mas depois que os idosos morriam.
Os valores, que atualizados chegam a R$ 150 Mil, mas que podem ser maior, já que nem todas as famílias reclamavam o dinheiro, eram transferidos por meio de acessos Hackers.
Os Hackers entravam nos sites dos bancos e conseguiam fazer essas transferências, usando dados repassados pela igreja como nome e CPF, sem que fosse necessário saberem as senhas.
Como a maior parte das contas pertenciam a dois bancos únicos, era ainda mais fácil burlar o sistema.
De acordo com a delegada, eles alteravam as datas de transferências, para que ninguém desconfiasse que o dinheiro foi retirado depois da morte.
10% dos valores retirados de cada conta eram o pagamento aos Hackers pelos serviços prestados, e outros 90% iam para a administração da seita.

Essa investigação só foi possível, graças a depoimentos feitos por Hackers que atacaram o Grupo Kester e seus sites, no último 1º de abril.
Em delação premiada, uma das Hackers que atacou o site, contou como ela e seu ex-namorado, que também é Hacker, conheceram a igreja.
Ela disse que o namorado relatou, ter feito alguns servicinhos para eles entre 2013 e 2015, mas que depois os pedidos pararam.
De acordo com as informações conseguidas pela polícia, muita gente começou a desconfiar e processos começaram a ser abertos para reaver os bens doados para a seita.
Isto fez com que eles não quisessem mais levantar suspeitas e pararam de executar a prática.
A igreja evangélica citada na reportagem, foi procurada para comentar o assunto.
Mas ninguém quis falar e os contatos não foram respondidos até a publicação desta reportagem.
De acordo com a polícia, diante aos depoimentos revelados, abriu-se uma investigação para apurar o que de fato ocorreu com esses recursos.
Pelo menos 15 famílias já foram identificadas e ouvidas pela delegacia, que deve fazer a Justiça a recomendação de indiciamento aos dirigentes da seita pelo crime de estelionato.
Para a delegada, o importante é agora identificar, quem sabia e quem mandava toda a ação, a partir daí pode haver o indiciamento da pessoa em específico e as devidas providências seriam tomadas.

Edição: Leticia Corsi

Um mês depois de ataques, Kester ainda contabilizam estragos deixados por Hackers e Seita

Um mês depois de ataques, Kester ainda contabilizam estragos deixados por Hackers e Seita
Laura Elisa
01/05/2017


Nesta segunda-feira, 1º de maio, data em que esta Kalel Em Foco é atualizada, se completa um mês dos ataques Hackers sofridos pelo Grupo Kester, em 1º de abril.
Mas 30 dias depois do feito, o que mudou e como o Grupo tenta se recompor?

Os estragos sem precedentes, não aconteceram somente em 1º de abril.
Na verdade eles começaram bem antes, e transpassaram o mês que se encerrou no último domingo.
No começo de março, os Hackers fizeram o primeiro ataque silencioso ao Grupo e a seu presidente.
Ao invadirem a central de seus monitoramentos médicos, enviaram vírus de computador potente e modificado, para o celular e o computador de Guilherme Kalel.
O computador apresentou rapidamente os sinais da infecção e acabou corrompendo seu HD.
Com o computador perdido, sem ter ideia do que estava acontecendo, Kalel conseguiu adquirir um segundo computador de trabalho.
Foi através deste que os Hackers conseguiram mais informações a respeito do Presidente Kester e de sua família, e montaram as mensagens enviadas para terceiros como se fossem Kalel as escrevendo.

No dia 1º de abril, além de mandarem tais mensagens para patrocinadores do Grupo e para familiares de Kalel, os Hackers atacaram e derrubaram os servidores Kester.
Depois, invadiram o Facebook pessoal de Guilherme, fazendo postagens e seu celular.
Foi só no dia 3 de abril, que eles foram identificados e presos, graças a uma rápida ação policial e da Justiça.
A partir da prisão deles, chegou-se aos mandantes do crime, e por conseguinte a mais ações referentes ao ataque.

No dia 19 de abril, Guilherme anunciou que perdeu todos os dados de trabalho.
O HD Externo que ele usava e que continha tudo que precisava para trabalhar, também foi corrompido, e o site voltou a ficar fora do ar.
Não haviam meios de fazer as atualizações, porque os códigos fontes se perderam dentro do HD, disse ele na época.
Cogitou-se a possibilidade de se encerrar as atividades do Grupo, porque sem atualizações no site, os patrocinadores não se manteriam.
Uma força tarefa montada por alguns patrocinadores, que vai manter a equipe Kester por um ano, foi criada para que as atividades do Grupo não fossem suspensas.
Guilherme conseguiu recuperar parte dos dados, com a saída de uma das Hackers da cadeia. Ela conseguiu o liberar um dos códigos fonte, usados para manter as páginas do Portal Kester e de Kalel Em Foco.
Mas demais sites do Grupo, seguem sem ter como passar por atualizações.
A Hacker tenta agora, fazer a recuperação de demais dados, mas até a publicação desta reportagem não havia conseguido obter sucesso.

Um mês depois dos ataques, Guilherme classificou abril como um mês intenso.
Para o Presidente Kester, suas atividades foram ameaçadas, porque um grupo de pessoas não conseguiu suportar a ideia de denúncias jornalísticas os retirarem todo poder que construíram ao longo de seus anos.
Mas o Presidente, destacou que "A maldade humana não pode ser maior do que a força da verdade", para justificar a manutenção Kester Online.
Esta frase se tornou o principal lema da equipe e foi repetida diversas vezes por integrantes e no Facebook Oficial do Grupo Kester.
Maio começa com grandes promessas e novos patrocinadores chegando, aos poucos, a equipe vai tentando se recuperar e vai conseguir, do trauma que todos passaram, destacou o Presidente.

Edição: Leticia Corsi

Facção criminosa promove mega assalto no Paraguai e leva R$ 33 Mi

Facção criminosa promove mega assalto no Paraguai e leva R$ 33 Mi
Eduarda Sampaio
01/05/2017


Na semana passada o assunto mais comentado, foi referente ao mega assalto ocorrido no Paraguai.
Uma quadrilha muito bem armada, de aproximadamente 40 pessoas, invadiu a sede da Prosegur, na fronteira com o Brasil.
Houve troca de tiros com vigilantes e um policial paraguaio foi morto no confronto.
Outros dois bandidos também foram baleados e acabaram morrendo ao darem entrada em hospitais da região.

No assalto, os criminosos fugiram levando quantia de R$ 33 Mi, segundo a própria Prosegur informou.
Esta não é a primeira vez que a empresa de valores é alvo de criminosos.
No Brasil, diversas unidades da companhia já foram explodidas ou atacadas.
Mas foi a primeira vez que tal ataque se deu fora das fronteiras brasileiras.

Apesar do assalto ter ocorrido no Paraguai, quem o executou foi uma facção criminosa do Brasil.
Os dados conseguidos pela polícia e a prisão de 14 bandidos, revelou que o Primeiro Comando da Capital, PCC, criada dentro de presídios paulistas, foi a responsável pela ação.
Dos 14 presos, sete deixaram a cadeia a mando da Justiça dois dias depois, sem que a Polícia Federal justificasse tal saída.
O PCC atua dentro e fora de presídios. Apesar de ser criada em São Paulo, os negócios se expandiram.
Hoje, a facção está presente em 22 estados brasileiros, e em países vizinhos como Paraguai, Bolívia e Peru.
Para que ficassem ainda mais poderosos no tráfico de drogas e armas, os integrantes do PCC fizeram alianças com traficantes de outros países.
E no Paraguai, mataram o principal fornecedor de drogas da região com a fronteira com o Brasil, assumindo o controle de suas atividades.

Com a livre passagem, os brasileiros acabaram aumentando a intensidade de tráfico de drogas e armas, usando como rota a cidade de Foz do Iguaçu no Paraná.
Esta ponte é usada para passar esses entorpecentes e material bélico, por causa da fraca fiscalização das autoridades, destacou um especialista em segurança, ouvido pela Reportagem de Kalel Em Foco.
Com as fronteiras desprotegidas, os criminosos conseguiram acessar o Paraguai e promover o maior mega assalto que o país já vivenciou.
Além de ser o maior assalto, também foi um dos mais violentos. Os criminosos usavam armas capazes de derrubar aviões, para invadirem a sede da Prosegur.

Edição: Leticia Corsi

Manifestações contra reformas paralisam atividades no Brasil

Manifestações contra reformas paralisam atividades no Brasil
Gabrielle Rial
01/05/2017


Na última sexta-feira, 28 de abril, o Brasil viveu um dia atípico.
Movimentos de esquerda social e integrantes de sindicatos, realizaram uma manifestação geral que atingiu a todos os estados da Federação.
Em pelo menos 254 cidades, das 5,5 mil do país, houveram registro de protestos desde as primeiras horas da manhã.

Os manifestantes pararam os transportes coletivos, invadiram ruas e obstruíram passagens.
Em cidades como São Paulo, houveram protestos mais violentos, com os manifestantes atacando agencias bancárias e até tentando atacar a casa do presidente Michel Temer em Pinheiros.
Já no Rio de Janeiro, a violência foi ainda mais latente. Os manifestantes atearam fogo em pelo menos oito ônibus do transporte coletivo, que circulavam normalmente em meio as manifestações.
Houve confronto com a Polícia Militar, de acordo com dados divulgados a imprensa.

Em Brasília, manifestantes tentaram invadir o Congresso Nacional, e foram contidos pela polícia.
Na explanada dos ministérios, eles realizaram um protesto pouco mais pacífico.

Não haviam até a publicação desta reportagem, dados concretos de quantas pessoas participaram da manifestação.
Mas haviam dados claros, dos motivos pelos quais elas aconteceram.

Os sindicalistas defendiam ir as ruas, contra as reformas propostas pelo governo de Michel Temer.
Reformas estas que para eles, retira direito de trabalhadores.
As reformas em questão são da Previdência, em tramitação no Congresso, e a trabalhista, que já foi aprovada pelos deputados e seguiu agora para o Senado Federal.
Mas por trás de todos esses movimentos, há uma máxima de verdade.
A reforma trabalhista proposta por Temer, acaba com o fim da contribuição sindical obrigatória. Na prática, o trabalhador vai pagar o sindicato só se quiser.

O Brasil é o país do mundo com o maior número de sindicatos. São mais de 11 mil registrados em municípios de todos os estados.
E a maior parte destes, funcionam como uma espécie de máfia para enriquecer seus dirigentes.
A maior parte das contribuições, viram salários autíssimos para os presidente e pessoas mais ligadas a diretoria.
Houve casos segundo apurados pela Reportagem, de uma família toda de um presidente sindical, estar empregada no sindicato, com salários que variavam de R$ 10 Mil a R$ 40 Mil.

Edição: Leticia Corsi