Com 24 livros e mais de 80 poesias, Guilherme Kalel faz historia na era da internet
Laura Elisa e Larissa Mariana
Reportagem Especial
06/03/2017
Guilherme Kalel, deficiente visual, 26 anos de idade.
Pai de dois filhos, Kalel Francisco e Ester Maryanna, e líder do Grupo Kester.
Criou e fundou em 2007, o Onnekalel, sua revista online semanal. Mais tarde, em 2012, criou e fundou o A3 News, a Folha Brasil, o GARC hoje Kester, o Portal A3,
hoje Portal Kester de Noticias.
Em toda essa trajetória, ainda se dedicou a escrita com todo coração.
Atualmente são 24 livros, sendo que este 24º estreia nesta segunda-feira, 6 de março, data da publicação desta em Kalel Em Foco.
Além dos livros de historias impactantes, Guilherme ainda escreve poesias. São mais de 80 com a sua maior parte focada no quesito amor.
Romântico assumido, fala sobre as desilusões e a felicidade que os amores podem trazer na vida de uma pessoa.
Escreve também sobre meio ambiente, tal poesia o deu prêmio em 2005, quando participou e venceu um concurso literário de poesias para deficientes visuais,
promovido pela Associação da Mulher Unimed do estado de São Paulo.
Com o dinheiro do prêmio, comprou seu primeiro computador em 2005, e escolheu ser um jornalista.
Já em 2007, ao criar seu site na internet, passou logo em seguida a escrever seus livros, suas poesias, suas historias.
São dois "Caprichos do Coração", três "Fontes Do Poder", Além de muitos outros títulos.
Destaque muito maior para a saga "Lorens", com sete textos, e "Encantos", cujo seu terceiro é o que estreia hoje e citado acima.
Em cada um de seus livros, Guilherme procura expressar o máximo de mensagens para os leitores.
Os textos falam sobre conflitos familiares, sobre preconceitos, sobre segredos da igreja católica.
Falam também sobre amores, alguns não correspondidos, outros que são capazes de se fazer qualquer coisa para que no final os personagens estejam juntos.
Falam sobre casamentos, e uma infidelidade gerada pela infelicidade em um deles, no caso de "Lorens", o que chamou a atenção dos leitores.
No último texto no qual trabalha, também fala Guilherme de pessoas que necessitam de transplantes para sobreviverem e que neste processo se encontram e vivem
uma historia de amor.
É ponto para abrir a historia de Gabriel Haun e Anna Clara Becker.
O casal que atualmente é o queridinho do presidente Kester, rendeu mais acessos no livro do que no próprio Portal do Grupo.
Sinal de que o sucesso foi transpassando as pessoas, uma falando a outra, e mesmo quem nunca acessou ao Portal Kester, acabou conhecendo a historia de Gabriel e
Anna.
Sempre fictícia, sem nada de realidade, mas com muitos detalhes o que tornaram o sucesso que hoje ela é.
Guilherme usa experiências para escrever e criar suas historias.
Os detalhes do dia dia de um hospital, da pressão por se salvar vidas, a riqueza e complexidade que se é mexer com um coração.
Tudo isso ele viu de perto dentro da rede Santa Clara Saúde, e compartilhou com seus médicos.
Sim, ele faz pesquisas para escrever. E escreve tudo apesar de ficção, mais dentro da realidade possível, por isso escreveu-se, que usa experiências para compor
suas historias.
"Encantos", é uma das sagas que o autor mais tem pesquisado.
Ele quer conhecer cada detalhe de históricos médicos para compor seus personagens e as complicações que podem ou não podem ter.
Principalmente no caso de Gabriel e Anna, que terão uma filha.
A pesquisadora fonte de Guilherme é Dra.. Poliana Martins. A médica cardiologista é a inspiração para que ele possa criar o histórico de doenças, transplantes e
afins dentro do texto.
É nela que ele vai buscar suas informações quando tem dúvidas.
Dra. Poliana disse que se sente honrada e que tem uma proximidade mais que médico paciente com Guilherme Kalel.
"Somos amigos, escrever o livro e ser sua fonte de informação para compor a doença de cada personagem, nos aproximou ainda mais, e gostei de tudo que vi e
acompanhei, sempre responsável e dentro de nossa realidade dentro do hospital", disse a médica.
Outro médico que também fornece informações a Kalel, é Dr. Leandro Hassan.
Foi dele por exemplo, os recursos usados por Kalel, para a cirurgia de Nathália Taylor na cabeça, quando ela tomou um tiro em 2015, no final do primeiro livro
da saga.
"Ele queria saber se seria possível uma cirurgia no cérebro e uma cesariana ao mesmo tempo, se não estaria fora dos padrões de realidade.
Foi um prazer enorme ajuda-lo a compor cada cena, explicar o tempo de recuperação da personagem, você sente que ele faz com paixão e sente honra em ajudar",
disse o médico.
Guilherme sempre gostou da medicina, se enxergasse seu desejo era ser médico neurologista ou cardiologista, as áreas que o fascinam.
É por esta razão que são sempre essas as áreas seguidas por seus personagens médicos, como Piter e Gabriel, entre outros que surgiram pelo caminho ou que ainda
devem surgir.
"Sinais do Destino", vem aí.
Vai ser mais um livro que tem tudo para ser sucesso, e que vai contar a historia de amor entre os filhos de Piter e Nathália Lorens, e Gabriel e Anna Clara
Haun, aí já casados.
Então ele deixou claro que em ambos os livros terá casamento, em "Lorens" já teve e em "Encantos" ainda à por vir.
Em Kalel Em Foco, ainda vamos destacar muito mais sobre a vida literária do autor, sobre suas inspirações para a escrita e detalhar os livros que já surgiram,
os que viriam a surgir.
Vocês conhecerão cada detalhe de cada personagem que nunca foi revelado a ninguém, e que a Revista vai publicar para quem é fã e quer conhecer mais.
Edição: Leticia Corsi
Revista online semanal produzida pela Kester Comunicação Whatsapp - (16) 99216-6305
Anaclaudia Farias - Uma historia de superação
Anaclaudia Farias - Uma historia de superação
Larissa Mariana
06/03/2017
A historia que será relatada a seguir parece ficção, mas está dentro da mais pura realidade.
A personagem principal desta reportagem existe, vivenciou cada um dos momentos narrados e tem uma vida que daria um livro e tanto.
Assim já assumiu o próprio autor de historias Guilherme Kalel, presidente do Grupo Kester e quem trouxe a esta o conhecimento de tudo que será narrado a seguir.
Anaclaudia Farias tem hoje 27 anos de idade.
Completa bem neste dia 6 de março, data em que estreia esta Kalel Em Foco.
Foi um dos motivos para qual sua historia é uma das primeiras a ser contada neste espaço.
Aos seus 2 anos de idade, na constante luta para sobreviver, ela iniciou sua caminhada.
Descobriu um quadro de Diabetes cheio de complicações.
Anaclaudia recebeu o apoio da família, especialmente da mãe. Para uma criança nessa idade, entender o que se passava não era fácil.
Mas desde pequena teve que aprender a conviver com as injeções de insulina, com as regras da doença, com o não poder ingerir doce como uma pessoa convencional.
Foi crescendo, o tempo foi passando. Passou logo a se aplicar a insulina quando maior, antes dos 10 anos fazia a auto-aplicação sem problemas.
No caminho que teve de conviver com Diabetes, outros problemas vieram a surgir. Primeiro deles a complicação visual, sabia ela que mais cedo ou mais tarde
poderia perder a visão por causa da doença mas sempre acreditou que isso viria com o avançar da idade.
Adolescente, descobriu que seus rins já não operavam da maneira como era para ser, Diabetes alta é um dos resultados que trouxe a esta condição.
Por mais que se cuidasse e fizesse todos os tratamentos, a Diabetes é uma doença silenciosa, contra qual muitas das vezes a força dos pacientes não se bastam e
a doença evolue assustadoramente, explicou o médico endocrinologista Sérgio Bastos, a Reportagem de Kalel Em Foco.
Com problema nos rins, Anaclaudia iniciou o processo de hemodiálise. Foi colocada também na fila do transplante com o objetivo de fazer uma cirurgia que a livrasse deste mal.
A visão piorou e aos 20 anos de idade a perdeu. "Foi um processo difícil porque dizia para minha mãe que não suportaria perder a visão, mas no final até eu me
surpreendi com minha aceitação", revelou a moça.
No lugar da depressão por ter ficado invisual, como sempre imaginou que teria, surgiu em Anaclaudia uma vontade de se provar.
Foi em busca de suas próprias adaptações, e hoje tem uma vida dita normal, sem qualquer dificuldade que a empeça.
Caminha na cidade em que mora, frequenta aulas de orientação e mobilidade, usa computador e celular. Aliás, foi por causa disto que acabou se transformando em
reportagem hoje.
Anaclaudia conheceu Guilherme Kalel virtualmente, passou a acompanhar de perto seu trabalho e sempre teve interesse em ler as coisas que o jovem invisual
escrevia.
A historia de Kalel, assim como a sua, repleta de superações, uniu os dois e fez com que ficassem próximos.
Foi ao ler "O dia do adeus", livro escrito por Kalel, que Anaclaudia se apaixonou ainda mais pela literatura desenvolvida pelo autor, e não parou mais de ler os livros de seu ídolo.
Natural de Jandaia do Sul, no Paraná, entrou na fila em Londrina onde fazia seus tratamentos médicos.
Com o tempo, acabou indo parar em Curitiba, em um dos melhores hospitais do país para tratamentos e transplantes e referência no Paraná.
Foi lá, dentro do Angelina Caron, que Anaclaudia recebeu a noticia mais difícil de todas, fora enganada pelos médicos de Londrina e nunca foi colocada em fila alguma.
Há quase dois anos de espera, a espera tinha sido em vão.
"Os médicos falaram que fariam todo o possível por mim", contou ela. Relembrando o que vivenciou quando descobriu a verdade.
Nove meses depois veio a noticia, Anaclaudia tinha encontrado um doador compatível.
O transplante duplo seria feito e ela receberia além do rim o pâncreas.
Além de se livrar da diálise, Anaclaudia também poderia se curar da Diabetes.
Foi o que aconteceu. Mas o processo reteve uma série de cuidados e de mais superações.
Anaclaudia passou por diversas cirurgias, teve complicações pós transplante, ficou mais de 30 dias internada.
Posteriormente, superados esses momentos de dificuldades, voltou para casa junto da mãe e das irmãs, onde vive até os dias de hoje.
A menina sonhadora, faz planos para a vida, e gosta de conhecer e conversar com as pessoas.
A moça que se transformou em fonte de inspiração a muita gente, hoje é uma grande e guerreira mulher.
Motivo de orgulho para a família e porque não dizer ao ídolo Guilherme Kalel, que fez questão de falar sobre ela.
"A Aninha para mim é uma pessoa encantadora. Cheia de superações pelo caminho onde nossas historias se cruzam. Sabemos bem o que um e outro passou, o que enfrenta ou foi capaz de enfrentar.
É uma mulher guerreira, de grande força, de grande doçura, que tenho certeza ainda tem grandes feitos a fazer ao longo de sua trajetória.
Tem pessoas na minha vida, que gostaria muito de que suas historias fossem contadas, e a Ana é uma delas. São historias que nos incentivam e fortalecem a
seguirmos em frente, não importa o tamanho do obstáculo que nos seja imposto pela vida", disse.
Edição: Leticia Corsi
Larissa Mariana
06/03/2017
A historia que será relatada a seguir parece ficção, mas está dentro da mais pura realidade.
A personagem principal desta reportagem existe, vivenciou cada um dos momentos narrados e tem uma vida que daria um livro e tanto.
Assim já assumiu o próprio autor de historias Guilherme Kalel, presidente do Grupo Kester e quem trouxe a esta o conhecimento de tudo que será narrado a seguir.
Anaclaudia Farias tem hoje 27 anos de idade.
Completa bem neste dia 6 de março, data em que estreia esta Kalel Em Foco.
Foi um dos motivos para qual sua historia é uma das primeiras a ser contada neste espaço.
Aos seus 2 anos de idade, na constante luta para sobreviver, ela iniciou sua caminhada.
Descobriu um quadro de Diabetes cheio de complicações.
Anaclaudia recebeu o apoio da família, especialmente da mãe. Para uma criança nessa idade, entender o que se passava não era fácil.
Mas desde pequena teve que aprender a conviver com as injeções de insulina, com as regras da doença, com o não poder ingerir doce como uma pessoa convencional.
Foi crescendo, o tempo foi passando. Passou logo a se aplicar a insulina quando maior, antes dos 10 anos fazia a auto-aplicação sem problemas.
No caminho que teve de conviver com Diabetes, outros problemas vieram a surgir. Primeiro deles a complicação visual, sabia ela que mais cedo ou mais tarde
poderia perder a visão por causa da doença mas sempre acreditou que isso viria com o avançar da idade.
Adolescente, descobriu que seus rins já não operavam da maneira como era para ser, Diabetes alta é um dos resultados que trouxe a esta condição.
Por mais que se cuidasse e fizesse todos os tratamentos, a Diabetes é uma doença silenciosa, contra qual muitas das vezes a força dos pacientes não se bastam e
a doença evolue assustadoramente, explicou o médico endocrinologista Sérgio Bastos, a Reportagem de Kalel Em Foco.
Com problema nos rins, Anaclaudia iniciou o processo de hemodiálise. Foi colocada também na fila do transplante com o objetivo de fazer uma cirurgia que a livrasse deste mal.
A visão piorou e aos 20 anos de idade a perdeu. "Foi um processo difícil porque dizia para minha mãe que não suportaria perder a visão, mas no final até eu me
surpreendi com minha aceitação", revelou a moça.
No lugar da depressão por ter ficado invisual, como sempre imaginou que teria, surgiu em Anaclaudia uma vontade de se provar.
Foi em busca de suas próprias adaptações, e hoje tem uma vida dita normal, sem qualquer dificuldade que a empeça.
Caminha na cidade em que mora, frequenta aulas de orientação e mobilidade, usa computador e celular. Aliás, foi por causa disto que acabou se transformando em
reportagem hoje.
Anaclaudia conheceu Guilherme Kalel virtualmente, passou a acompanhar de perto seu trabalho e sempre teve interesse em ler as coisas que o jovem invisual
escrevia.
A historia de Kalel, assim como a sua, repleta de superações, uniu os dois e fez com que ficassem próximos.
Foi ao ler "O dia do adeus", livro escrito por Kalel, que Anaclaudia se apaixonou ainda mais pela literatura desenvolvida pelo autor, e não parou mais de ler os livros de seu ídolo.
Natural de Jandaia do Sul, no Paraná, entrou na fila em Londrina onde fazia seus tratamentos médicos.
Com o tempo, acabou indo parar em Curitiba, em um dos melhores hospitais do país para tratamentos e transplantes e referência no Paraná.
Foi lá, dentro do Angelina Caron, que Anaclaudia recebeu a noticia mais difícil de todas, fora enganada pelos médicos de Londrina e nunca foi colocada em fila alguma.
Há quase dois anos de espera, a espera tinha sido em vão.
"Os médicos falaram que fariam todo o possível por mim", contou ela. Relembrando o que vivenciou quando descobriu a verdade.
Nove meses depois veio a noticia, Anaclaudia tinha encontrado um doador compatível.
O transplante duplo seria feito e ela receberia além do rim o pâncreas.
Além de se livrar da diálise, Anaclaudia também poderia se curar da Diabetes.
Foi o que aconteceu. Mas o processo reteve uma série de cuidados e de mais superações.
Anaclaudia passou por diversas cirurgias, teve complicações pós transplante, ficou mais de 30 dias internada.
Posteriormente, superados esses momentos de dificuldades, voltou para casa junto da mãe e das irmãs, onde vive até os dias de hoje.
A menina sonhadora, faz planos para a vida, e gosta de conhecer e conversar com as pessoas.
A moça que se transformou em fonte de inspiração a muita gente, hoje é uma grande e guerreira mulher.
Motivo de orgulho para a família e porque não dizer ao ídolo Guilherme Kalel, que fez questão de falar sobre ela.
"A Aninha para mim é uma pessoa encantadora. Cheia de superações pelo caminho onde nossas historias se cruzam. Sabemos bem o que um e outro passou, o que enfrenta ou foi capaz de enfrentar.
É uma mulher guerreira, de grande força, de grande doçura, que tenho certeza ainda tem grandes feitos a fazer ao longo de sua trajetória.
Tem pessoas na minha vida, que gostaria muito de que suas historias fossem contadas, e a Ana é uma delas. São historias que nos incentivam e fortalecem a
seguirmos em frente, não importa o tamanho do obstáculo que nos seja imposto pela vida", disse.
Edição: Leticia Corsi
Direito de saber - Pensão por morte e a quem ela cabe
Direito de saber - Pensão por morte e a quem ela cabe
06/03/2017
Na estreia da revista online Kalel em Foco, vamos trazer muita informação a nosso leitor.
E uma parte importante deste trabalho, se refere a coluna "Direito de saber".
Escrita pela advogada Dra. Ana Paula Vasconcelos, o espaço vai trazer informações importantes a respeito de diversas formas de Direito, para que a pessoa possa saber como procurar os que lhe cabem quando necessário.
A cada nova semana, Dra. Ana Paula vai discutir um tema e poderá esclarecer as dúvidas de cada leitor referente ao mesmo.
No primeiro deles, escolhemos a "Pensão por morte", fornecida via INSS para pessoas que sejam dependentes de segurados falecidos.
Mas quem tem direito a esta pensão, como requerer?
Vamos descobrir a seguir.
Diante de tantas mudanças econômicas em nosso país, nos deparamos sem sombra de dúvidas com a maior de todos os tempos, ou seja, a tão famosa reforma da Previdência.
E, como todo meio de comunicação cabe a nós dissertarmos um pouquinho sobre a Pensão por Morte, que é um de vários benefícios da Previdência Social, conhecida por muitos como INSS.
Todos nós brasileiros temos em nossos lares algum ente ou alguém que de alguma forma contribui mensalmente com o INSS, seja de forma autônoma, seja através de empregador.
E, para entrarmos nesta questão, a maioria de nós imaginamos que basta contribuir para ter o DIREITO, mas não é bem assim que na pratica acontece.
Primeiramente, a Pensão por Morte é um benefício pago pela Previdência Social/INSS, aos dependentes daquele cidadão que é seu segurado e que por ventura vier
a falecer. Existe também, aqueles dependentes do cidadão que desaparece e é segurado do INSS, e que para isso a sua morte deve ser declarada judicialmente para então este dependente ter o seu direito reconhecido.
A duração do benefício pode variar conforme a quantidade de contribuições do falecido, além de outros fatores.
Então, para ter o direito de recebimento da pensão por morte o primeiro passo a ser dado é ver se o falecido era segurado da Previdência Social na época do
óbito. Já em um segundo momento devemos ficar atentos em relação aos dependentes, pois para a Previdência Social é requisito para concessão do benefício também
que este dependente seja cônjuge, filho menor e/ou alguém equiparado a estes dois. Existem vários casos em que o INSS concede a pensão por morte ao dependente (filho
ou equiparado) maior desde que este comprove a sua incapacidade para o trabalho, deficiência e a sua total dependência econômica em relação ao segurado falecido.
Em tempos atrás, a pensão por morte era vitalícia, e a morte do segurado era o fator primordial para a concessão do benefício, hoje já não é mais assim. Então,
a pensão por morte teve algumas alterações que são desconhecidas por muitos brasileiros e assim ficou: Temos que se o óbito do segurado ocorreu sem que o segurado
tenha realizado 18 contribuições mensais à Previdência Social ou se o casamento ou a união estável se iniciou em menos de 02 anos antes do falecimento do segurado,
esse dependente receberá a pensão por morte apenas 04 meses.
Indo além, se o óbito do segurado ocorreu depois de 18 contribuições mensais pelo segurado e que este segurado tenha pelo menos 2 anos após o início do casamento
ou da união estável ou se o óbito decorreu de acidente de qualquer natureza, independentemente da quantidade de contribuições e tempo de casamento/união estável,
esse benefício terá duração variável conforme a tabela:
Idade do dependente na data do óbito Duração máxima do benefício ou cota
Menos de 21 (vinte e um) anos 03 (três) anos
Entre 21 (vinte e um) e 26 (vinte e seis) anos 06 (seis) anos
Entre 27 (vinte e sete) e 29 (vinte e nove) anos 10 (dez) anos
Entre 30 (trinta) e 40 (quarenta) anos 15 (quinze) anos
Entre 41 (quarenta e um) e 43 (quarenta e três) anos 20 (vinte) anos
A partir de 44 (quarenta e quatro) anos Vitalício
Então, temos que os meses de pagamento da pensão por morte são variáveis dependendo da idade do dependente na data do óbito. E, podemos, dizer que são dependentes
do segurado falecido aquelas pessoas que demonstrarem dependência econômica do mesmo na época de sua morte, ou seja, cônjuges, reconhecidos em união estável ou
casamento legítimo, filhos menores de 21 anos, filhos maiores de 21 anos desde que sejam declarados deficientes ou inválidos, e ainda, filhos equiparados e irmãos
desde que estes sejam declarados deficientes ou inválidos.
Nos casos em que os dependentes acima são considerados deficientes ou inválidos esta pensão por morte pode ser vitalícia ou até quando perdurar a deficiência ou invalidez.
É importante ressaltar que o dependente que for condenado pela prática de crime doloso ao qual este tenha resultado na morte do segurado, não terá direito à
Pensão por morte, de acordo com a Lei nº 13.135, de 17 de junho de 2015.
Para requerer o benefício de Pensão por Morte, basta o dependente comparecer até uma unidade da Previdência Social/INSS de seu município, portando seus documentos
pessoais, documento de identificação do falecido e a certidão de óbito do segurado falecido, ou, se ainda quiser poderá agendar o seu atendimento via telefone pelo
135 ou ainda agendar seu atendimento via internet pelo site da Previdência Social.
http://www.previdencia.gov.br
Ainda, é importante dizer que em caso de morte de segurado por acidente de trabalho, o procedimento é diferenciado e será tema de estudo em outra oportunidade.
A principio, o pedido de pensão por morte é feito administrativamente diretamente em Agência da Previdência Social, sem a necessidade de acompanhamento de advogado.
Pois é serviço ao cidadão, não pode ser cobrado e não exige a intervenção de advogado para tanto.
A partir do momento que o dependente solicitou a sua pensão por morte através da Agência da Previdência Social, e assim o INSS, indeferiu, ou seja, negou este
pedido, o dependente diante de todos os documentos, deve dirigir se até o Fórum Federal de sua cidade, e ingressar diretamente através do Juizado Especial com a
ação competente para que assim seu direito seja reconhecido judicialmente.
É bom esclarecer que para ingressar com este tipo de ação no Juizado Especial Federal o cidadão não necessita estar representado por advogado, mas, futuramente,
se o seu pedido for negado logo lhe será nomeado um advogado ou o dependente será intimado para apresentar um advogado na ação. Então, o dependente, após ter seu
pedido de pensão negado pela Previdência Social, é aconselhável e importante que o mesmo procure um advogado de sua confiança para esclarecer todas as dúvidas e
ingressar judicialmente com a ação correta. E, o advogado nestas questões e ações que versam contra o INSS, tem um papel muito importante, pois é ele quem vai ingressar
com a ação e defender os direitos do dependente até última instância, produzindo as provas necessárias para o deslinde do processo e sempre visando o resultado positivo ao final.
Devemos ficar atentos também com os prazos para formular o pedido administrativo, onde a Lei 13.183 de 2015, dita que os dependentes do segurado têm até 90
dias após a morte para requerer o benefício no INSS e receber o pagamento desde a data do óbito. Antes esse prazo era de 30 dias e, se a pensão fosse requerida
depois disso, o benefício só retroagiria ao dia em que foi realizado o pedido.
E, assim, é aconselhável ao cidadão que surgindoqualquer dúvida em relação a este benefício ou a qualquer outro benefício o mesmo procure um advogado de sua
confiança, pois os profissionais dessa área tem o dever de honradez e de cumprimento da lei, e assim, o cidadão estará amparado para ter todos os seus direitos
defendidos e preservados. E, é este o nosso papel na sociedade, o cumprimento da lei e acima de tudo defender os direitos do cidadão que o procure.
Desta forma, procure sempre um advogado, sane suas dúvidas e não abra mão de seus direitos.
Dra. Ana Paula Vasconcelos
OAB/SP 291.003
Tel: (16) 99252-4704
email: adv-vasconcelos@bol.com.br
06/03/2017
Na estreia da revista online Kalel em Foco, vamos trazer muita informação a nosso leitor.
E uma parte importante deste trabalho, se refere a coluna "Direito de saber".
Escrita pela advogada Dra. Ana Paula Vasconcelos, o espaço vai trazer informações importantes a respeito de diversas formas de Direito, para que a pessoa possa saber como procurar os que lhe cabem quando necessário.
A cada nova semana, Dra. Ana Paula vai discutir um tema e poderá esclarecer as dúvidas de cada leitor referente ao mesmo.
No primeiro deles, escolhemos a "Pensão por morte", fornecida via INSS para pessoas que sejam dependentes de segurados falecidos.
Mas quem tem direito a esta pensão, como requerer?
Vamos descobrir a seguir.
Diante de tantas mudanças econômicas em nosso país, nos deparamos sem sombra de dúvidas com a maior de todos os tempos, ou seja, a tão famosa reforma da Previdência.
E, como todo meio de comunicação cabe a nós dissertarmos um pouquinho sobre a Pensão por Morte, que é um de vários benefícios da Previdência Social, conhecida por muitos como INSS.
Todos nós brasileiros temos em nossos lares algum ente ou alguém que de alguma forma contribui mensalmente com o INSS, seja de forma autônoma, seja através de empregador.
E, para entrarmos nesta questão, a maioria de nós imaginamos que basta contribuir para ter o DIREITO, mas não é bem assim que na pratica acontece.
Primeiramente, a Pensão por Morte é um benefício pago pela Previdência Social/INSS, aos dependentes daquele cidadão que é seu segurado e que por ventura vier
a falecer. Existe também, aqueles dependentes do cidadão que desaparece e é segurado do INSS, e que para isso a sua morte deve ser declarada judicialmente para então este dependente ter o seu direito reconhecido.
A duração do benefício pode variar conforme a quantidade de contribuições do falecido, além de outros fatores.
Então, para ter o direito de recebimento da pensão por morte o primeiro passo a ser dado é ver se o falecido era segurado da Previdência Social na época do
óbito. Já em um segundo momento devemos ficar atentos em relação aos dependentes, pois para a Previdência Social é requisito para concessão do benefício também
que este dependente seja cônjuge, filho menor e/ou alguém equiparado a estes dois. Existem vários casos em que o INSS concede a pensão por morte ao dependente (filho
ou equiparado) maior desde que este comprove a sua incapacidade para o trabalho, deficiência e a sua total dependência econômica em relação ao segurado falecido.
Em tempos atrás, a pensão por morte era vitalícia, e a morte do segurado era o fator primordial para a concessão do benefício, hoje já não é mais assim. Então,
a pensão por morte teve algumas alterações que são desconhecidas por muitos brasileiros e assim ficou: Temos que se o óbito do segurado ocorreu sem que o segurado
tenha realizado 18 contribuições mensais à Previdência Social ou se o casamento ou a união estável se iniciou em menos de 02 anos antes do falecimento do segurado,
esse dependente receberá a pensão por morte apenas 04 meses.
Indo além, se o óbito do segurado ocorreu depois de 18 contribuições mensais pelo segurado e que este segurado tenha pelo menos 2 anos após o início do casamento
ou da união estável ou se o óbito decorreu de acidente de qualquer natureza, independentemente da quantidade de contribuições e tempo de casamento/união estável,
esse benefício terá duração variável conforme a tabela:
Idade do dependente na data do óbito Duração máxima do benefício ou cota
Menos de 21 (vinte e um) anos 03 (três) anos
Entre 21 (vinte e um) e 26 (vinte e seis) anos 06 (seis) anos
Entre 27 (vinte e sete) e 29 (vinte e nove) anos 10 (dez) anos
Entre 30 (trinta) e 40 (quarenta) anos 15 (quinze) anos
Entre 41 (quarenta e um) e 43 (quarenta e três) anos 20 (vinte) anos
A partir de 44 (quarenta e quatro) anos Vitalício
Então, temos que os meses de pagamento da pensão por morte são variáveis dependendo da idade do dependente na data do óbito. E, podemos, dizer que são dependentes
do segurado falecido aquelas pessoas que demonstrarem dependência econômica do mesmo na época de sua morte, ou seja, cônjuges, reconhecidos em união estável ou
casamento legítimo, filhos menores de 21 anos, filhos maiores de 21 anos desde que sejam declarados deficientes ou inválidos, e ainda, filhos equiparados e irmãos
desde que estes sejam declarados deficientes ou inválidos.
Nos casos em que os dependentes acima são considerados deficientes ou inválidos esta pensão por morte pode ser vitalícia ou até quando perdurar a deficiência ou invalidez.
É importante ressaltar que o dependente que for condenado pela prática de crime doloso ao qual este tenha resultado na morte do segurado, não terá direito à
Pensão por morte, de acordo com a Lei nº 13.135, de 17 de junho de 2015.
Para requerer o benefício de Pensão por Morte, basta o dependente comparecer até uma unidade da Previdência Social/INSS de seu município, portando seus documentos
pessoais, documento de identificação do falecido e a certidão de óbito do segurado falecido, ou, se ainda quiser poderá agendar o seu atendimento via telefone pelo
135 ou ainda agendar seu atendimento via internet pelo site da Previdência Social.
http://www.previdencia.gov.br
Ainda, é importante dizer que em caso de morte de segurado por acidente de trabalho, o procedimento é diferenciado e será tema de estudo em outra oportunidade.
A principio, o pedido de pensão por morte é feito administrativamente diretamente em Agência da Previdência Social, sem a necessidade de acompanhamento de advogado.
Pois é serviço ao cidadão, não pode ser cobrado e não exige a intervenção de advogado para tanto.
A partir do momento que o dependente solicitou a sua pensão por morte através da Agência da Previdência Social, e assim o INSS, indeferiu, ou seja, negou este
pedido, o dependente diante de todos os documentos, deve dirigir se até o Fórum Federal de sua cidade, e ingressar diretamente através do Juizado Especial com a
ação competente para que assim seu direito seja reconhecido judicialmente.
É bom esclarecer que para ingressar com este tipo de ação no Juizado Especial Federal o cidadão não necessita estar representado por advogado, mas, futuramente,
se o seu pedido for negado logo lhe será nomeado um advogado ou o dependente será intimado para apresentar um advogado na ação. Então, o dependente, após ter seu
pedido de pensão negado pela Previdência Social, é aconselhável e importante que o mesmo procure um advogado de sua confiança para esclarecer todas as dúvidas e
ingressar judicialmente com a ação correta. E, o advogado nestas questões e ações que versam contra o INSS, tem um papel muito importante, pois é ele quem vai ingressar
com a ação e defender os direitos do dependente até última instância, produzindo as provas necessárias para o deslinde do processo e sempre visando o resultado positivo ao final.
Devemos ficar atentos também com os prazos para formular o pedido administrativo, onde a Lei 13.183 de 2015, dita que os dependentes do segurado têm até 90
dias após a morte para requerer o benefício no INSS e receber o pagamento desde a data do óbito. Antes esse prazo era de 30 dias e, se a pensão fosse requerida
depois disso, o benefício só retroagiria ao dia em que foi realizado o pedido.
E, assim, é aconselhável ao cidadão que surgindoqualquer dúvida em relação a este benefício ou a qualquer outro benefício o mesmo procure um advogado de sua
confiança, pois os profissionais dessa área tem o dever de honradez e de cumprimento da lei, e assim, o cidadão estará amparado para ter todos os seus direitos
defendidos e preservados. E, é este o nosso papel na sociedade, o cumprimento da lei e acima de tudo defender os direitos do cidadão que o procure.
Desta forma, procure sempre um advogado, sane suas dúvidas e não abra mão de seus direitos.
Dra. Ana Paula Vasconcelos
OAB/SP 291.003
Tel: (16) 99252-4704
email: adv-vasconcelos@bol.com.br
MPF ajuíza ação contra gerente de banco por improbidade administrativa
MPF ajuíza ação contra gerente de banco por improbidade administrativa
Esquema desviou mais de R$ 400 Mil e lesou 200 famílias no RS
Mariana Monary
06/03/2017
O Ministério Público Federal, ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra um gerente do banco Caixa Econômica Federal, de uma agencia em São Leopoldo,
na região metropolitana de Porto Alegre.
O crime cometido, desvio de finalidade em empréstimos que somados ultrapassam R$ 400 Mil, que foram lesados dos cofres da Caixa.
Esse valor, era contraído em empréstimos de financiamentos para linhas de construção civil, feitas por famílias que teriam casas populares em São Leopoldo e Novo Hamburgo.
O esquema só foi descoberto depois que 200 famílias foram lesadas e nada mais poderia ser feito.
Segundo o apurado pelo MP, e que consta na ação, uma ONG teria se beneficiado de dinheiros dos empréstimos e também teria recebido dos futuros mutuários uma quantia de R$ 6,2 Mil por casa, para terem direito a habitação.
Em troca do dinheiro que recebiam, a ONG garantia aos futuros mutuários que receberiam as unidades habitacionais a baixo custo, pelo programa Minha Casa Minha Vida do governo federal.
Além disso, as parcelas eram limitadas a 10% da renda de cada um dos aquisidores.
O problema é que para conseguir as casas, os mutuários precisavam contrair empréstimos na Caixa e fazer o repasse dos valores para a entidade, que tem sede em São Paulo.
O gerente envolvido no esquema, não quis gravar reportagem sobre o fato.
Ele foi afastado de suas funções e responde a um processo administrativo dentro da Caixa, que disse colaborar com a Justiça no caso.
Edição: Leticia Corsi
Esquema desviou mais de R$ 400 Mil e lesou 200 famílias no RS
Mariana Monary
06/03/2017
O Ministério Público Federal, ajuizou uma ação de improbidade administrativa contra um gerente do banco Caixa Econômica Federal, de uma agencia em São Leopoldo,
na região metropolitana de Porto Alegre.
O crime cometido, desvio de finalidade em empréstimos que somados ultrapassam R$ 400 Mil, que foram lesados dos cofres da Caixa.
Esse valor, era contraído em empréstimos de financiamentos para linhas de construção civil, feitas por famílias que teriam casas populares em São Leopoldo e Novo Hamburgo.
O esquema só foi descoberto depois que 200 famílias foram lesadas e nada mais poderia ser feito.
Segundo o apurado pelo MP, e que consta na ação, uma ONG teria se beneficiado de dinheiros dos empréstimos e também teria recebido dos futuros mutuários uma quantia de R$ 6,2 Mil por casa, para terem direito a habitação.
Em troca do dinheiro que recebiam, a ONG garantia aos futuros mutuários que receberiam as unidades habitacionais a baixo custo, pelo programa Minha Casa Minha Vida do governo federal.
Além disso, as parcelas eram limitadas a 10% da renda de cada um dos aquisidores.
O problema é que para conseguir as casas, os mutuários precisavam contrair empréstimos na Caixa e fazer o repasse dos valores para a entidade, que tem sede em São Paulo.
O gerente envolvido no esquema, não quis gravar reportagem sobre o fato.
Ele foi afastado de suas funções e responde a um processo administrativo dentro da Caixa, que disse colaborar com a Justiça no caso.
Edição: Leticia Corsi
Fundador de organizada do Palmeiras é morto a tiros e expõe drama do crime dentro de torcida
Fundador de organizada do Palmeiras é morto a tiros e expõe drama do crime dentro de torcida
Eduarda Sampaio
06/03/2017
Na madrugada da última quinta-feira, 2 de março, morreu em São Paulo Moacir Bianchi, um dos fundadores da torcida Mancha Verde, organizada do Palmeiras.
A morte do homem, que já não fazia mais parte da diretoria da torcida mas que foi visto na noite anterior na sede da mesma, levanta uma série de suspeitas, revela mistérios e trás uma realidade bem escondida.
Segundo as apurações até o momento da polícia, Bianchi era um dos fundadores da Mancha Verde, mas teria perdido espaço e influência dentro da organizada.
A torcida, uma das maiores do estado, cresceu e com ela vieram os problemas.
Parte deles, o uso de uma facção criminosa que tentava dominar a sede da organizada.
Bianchi era contra, e por isso participou de uma intensa e tensa reunião em 1º de março na sede da torcida.
Ele teve um embate com o atual presidente da Mancha, por conta dessa atuação de facção criminosa dentro da torcida.
Ali, teria sido ameaçado e depois do clima tenso foi embora sozinho para casa.
Foi no caminho que seu carro sofreu uma violenta emboscada e ele foi morto com 22 tiros.
O que a polícia quer saber agora, é se a ordem partiu para mata-lo de dentro da organizada, ou como de fato isso aconteceu.
Se os assassinos estavam dentro da sede e o seguiram, ou se esperavam já mandados ao lado de fora, para quando ele deixasse a reunião.
Foi o tempo em que se ter uma torcida organizada fosse sinônimo apenas de futebol.
A clássica disputa que ocorria dentro da Mancha Verde, mostra claramente que o crime organizado estaria penetrando até mesmo essas paredes, mesmo que houvessem gente contra.
Depois da morte do fundador, a Mancha Verde fechou suas portas.
Por nota comunicou que estaria encerrando suas atividades por tempo indeterminado sem maiores explicações.
Edição: Leticia Corsi
Eduarda Sampaio
06/03/2017
Na madrugada da última quinta-feira, 2 de março, morreu em São Paulo Moacir Bianchi, um dos fundadores da torcida Mancha Verde, organizada do Palmeiras.
A morte do homem, que já não fazia mais parte da diretoria da torcida mas que foi visto na noite anterior na sede da mesma, levanta uma série de suspeitas, revela mistérios e trás uma realidade bem escondida.
Segundo as apurações até o momento da polícia, Bianchi era um dos fundadores da Mancha Verde, mas teria perdido espaço e influência dentro da organizada.
A torcida, uma das maiores do estado, cresceu e com ela vieram os problemas.
Parte deles, o uso de uma facção criminosa que tentava dominar a sede da organizada.
Bianchi era contra, e por isso participou de uma intensa e tensa reunião em 1º de março na sede da torcida.
Ele teve um embate com o atual presidente da Mancha, por conta dessa atuação de facção criminosa dentro da torcida.
Ali, teria sido ameaçado e depois do clima tenso foi embora sozinho para casa.
Foi no caminho que seu carro sofreu uma violenta emboscada e ele foi morto com 22 tiros.
O que a polícia quer saber agora, é se a ordem partiu para mata-lo de dentro da organizada, ou como de fato isso aconteceu.
Se os assassinos estavam dentro da sede e o seguiram, ou se esperavam já mandados ao lado de fora, para quando ele deixasse a reunião.
Foi o tempo em que se ter uma torcida organizada fosse sinônimo apenas de futebol.
A clássica disputa que ocorria dentro da Mancha Verde, mostra claramente que o crime organizado estaria penetrando até mesmo essas paredes, mesmo que houvessem gente contra.
Depois da morte do fundador, a Mancha Verde fechou suas portas.
Por nota comunicou que estaria encerrando suas atividades por tempo indeterminado sem maiores explicações.
Edição: Leticia Corsi
Kalel Em Foco estreia hoje e é nova revista online do Grupo Kester
Kalel Em Foco estreia hoje e é nova revista online do Grupo Kester
Laura Elisa
06/03/2017
A partir desta segunda-feira, 6 de março, e nas próximas segundas-feiras seguintes, os leitores do Portal Kester de Noticias tem um encontro amais com a informação.
Estreia na data de hoje e será sendo publicada sempre as segundas, a revista online semanal Kalel Em Foco.
A revista vai trazer reportagens especiais a respeito de diversos temas, além de noticias importantes do decorrer da semana.
Vai falar sobre o presidente do Grupo Kester, jornalista Guilherme Kalel, e a sua carreira.
O leitor vai poder conhecer um pouco mais sobre os livros e personagens criados por Kalel, e que se eternizam nas páginas do espaço Universo das Historias.
As historias de superação, de pessoas que driblam os obstáculos da vida e vencem os desafios impostos, sempre estarão presentes também por aqui.
Bem como a coluna "Direito de saber", escrita pela advogada Ana Paula Vasconcelos, falando sobre diversas formas de direito do cidadão, e esclarecendo dúvidas.
Em Kalel Em Foco, também vai ser relatada a rotina do Grupo Kester, de seus colaboradores e muitas curiosidades a respeito da equipe que faz a revista e o portal acontecerem.
Para acessar ao espaço, o leitor vai sempre poder clicar no link presente no portal, ou ainda pelo endereço direto http://kalel.kester.net.br
Edição: Leticia Corsi
Laura Elisa
06/03/2017
A partir desta segunda-feira, 6 de março, e nas próximas segundas-feiras seguintes, os leitores do Portal Kester de Noticias tem um encontro amais com a informação.
Estreia na data de hoje e será sendo publicada sempre as segundas, a revista online semanal Kalel Em Foco.
A revista vai trazer reportagens especiais a respeito de diversos temas, além de noticias importantes do decorrer da semana.
Vai falar sobre o presidente do Grupo Kester, jornalista Guilherme Kalel, e a sua carreira.
O leitor vai poder conhecer um pouco mais sobre os livros e personagens criados por Kalel, e que se eternizam nas páginas do espaço Universo das Historias.
As historias de superação, de pessoas que driblam os obstáculos da vida e vencem os desafios impostos, sempre estarão presentes também por aqui.
Bem como a coluna "Direito de saber", escrita pela advogada Ana Paula Vasconcelos, falando sobre diversas formas de direito do cidadão, e esclarecendo dúvidas.
Em Kalel Em Foco, também vai ser relatada a rotina do Grupo Kester, de seus colaboradores e muitas curiosidades a respeito da equipe que faz a revista e o portal acontecerem.
Para acessar ao espaço, o leitor vai sempre poder clicar no link presente no portal, ou ainda pelo endereço direto http://kalel.kester.net.br
Edição: Leticia Corsi
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